Diagnosis

      We multiply diseases for delight,
      invent a shameful want, a horrid doubt,
      luxuriate in license, feed on night,
      make inward bedlam -- and will not
            come out

      Why should we? Stripped of subtle
            complication,
      who could regard the sun except with fear?
      This is our shelter against contemplation,
      our only refuge from the plain and clear.

      Who would crawl out from under
            the obscure
      to stand defenseless in the sunny air?
      No terror of obliquity so sure
      as the most shining terror of despair
      to know how simple is our deepest need,
      how sharp, and how impossible to feed.

Marcia Lee Anderson
Acordo.

No final da noite o vento carrega as folhas e a noite. As pessoas se movem sonolentas e cansadas em sobre as estruturas de pedras, concreto, asfalto e metal.

Tudo muito frágil declama o coro. Os corpos atravessam o ar frio permeado desta névoa invisível - evidência de que nada é e tudo somente está.

Esta névoa entra pelas minhas narinas e convulsiona algo no corpo. Solto os músculos e a névoa de tristeza com medo se mistura ao sangue, a carne e aos desejos.

Tudo muito frágil declama o coro. Agora de olhos abertos vejo a beira do telhado e de lá novamente observo o mundo, as pessoas e os fluxos no corpo.

Já é dia e os corpos se atiram uns contra os outros e contra si como bólidos em suas jornadas inevitáveis. O mundo tensiona e se estica pulsando em movimentos rápidos e bruscos.

Tudo muito frágil declama o coro. As pernas, braços, ossos e músculos fraquejam. O corpo está pesado e a mente salta rápida - fecho os olhos.

Sento.

...

Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.
(II Timóteo 4,7)

ágape

Se eu falasse as línguas dos homens e as dos anjos, mas não tivesse amor, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de remover montanhas, mas não tivesse amor, eu nada seria. Se eu gastasse todos os meus bens no sustento dos pobres e até me entregasse como escravo, para me gloriar, mas não tivesse amor, de nada me aproveitaria.

O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido; não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo.

O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. Com efeito, o nosso conhecimento é limitado, como também é limitado nosso profetizar. Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito.

Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. Agora nós vemos num espelho, confusamente; mas, então, veremos face a face.

Agora, conheço apenas em parte, mas, então, conhecerei completamente, como sou conhecido. Atualmente permanecem estas três: a fé, a esperança, o amor. Mas a maior delas é o amor.

I Coríntios, 13

After a while

Veronica Shoffstall

After a while you learn
the subtle difference between
holding a hand and chaining a soul
and you learn
that love doesn't mean leaning
and company doesn't always mean security.
And you begin to learn
that kisses aren't contracts
and presents aren't promises
and you begin to accept your defeats
with your head up and your eyes ahead
with the grace of woman, not the grief of a child
and you learn
to build all your roads on today
because tomorrow's ground is
too uncertain for plans
and futures have a way of falling down
in mid-flight.
After a while you learn
that even sunshine burns
if you get too much
so you plant your own garden
and decorate your own soul
instead of waiting for someone
to bring you flowers.
And you learn that you really can endure
you really are strong
you really do have worth
and you learn
and you learn
with every goodbye, you learn.

Diagnosis

      We multiply diseases for delight,
      invent a shameful want, a horrid doubt,
      luxuriate in license, feed on night,
      make inward bedlam -- and will not
            come out

      Why should we? Stripped of subtle
            complication,
      who could regard the sun except with fear?
      This is our shelter against contemplation,
      our only refuge from the plain and clear.

      Who would crawl out from under
            the obscure
      to stand defenseless in the sunny air?
      No terror of obliquity so sure
      as the most shining terror of despair
      to know how simple is our deepest need,
      how sharp, and how impossible to feed.

Marcia Lee Anderson

dialogo




The art of losing...


One Art
by Elizabeth Bishop

(Listen the poem recited by author)

The art of losing isn't hard to master;
so many things seem filled with the intent
to be lost that their loss is no disaster.

Lose something every day. Accept the fluster
of lost door keys, the hour badly spent.
The art of losing isn't hard to master.

Then practice losing farther, losing faster:
places, and names, and where it was you meant
to travel. None of these will bring disaster.

I lost my mother's watch. And look! my last, or
next-to-last, of three loved houses went.
The art of losing isn't hard to master.

I lost two cities, lovely ones. And, vaster,
some realms I owned, two rivers, a continent.
I miss them, but it wasn't a disaster.


--Even losing you (the joking voice, a gesture
I love) I shan't have lied.  It's evident
the art of losing's not too hard to master
though it may look like (Write it!) like disaster.








A menina e o pássaro encantado de Ruben Alves


Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo.

Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.

Os pássaros comuns, se a porta da gaiola ficar aberta, vão-se embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades… As suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava. Certa vez voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão…

— Menina, eu venho das montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que vi, como presente para ti…

E, assim, ele começava a cantar as canções e as histórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.

Outra vez voltou vermelho como o fogo, penacho dourado na cabeça.

— Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga. As minhas penas ficaram como aquele sol, e eu trago as canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.

E de novo começavam as histórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isto voltava sempre.
Mas chegava a hora da tristeza.

— Tenho de ir — dizia.

— Por favor, não vás. Fico tão triste. Terei saudades. E vou chorar…— E a menina fazia beicinho…

— Eu também terei saudades — dizia o pássaro. — Eu também vou chorar. Mas vou contar-te um segredo: as plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios… E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera do regresso, que faz com que as minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudade. Eu deixarei de ser um pássaro encantado. E tu deixarás de me amar.

Assim, ele partiu. A menina, sozinha, chorava à noite de tristeza, imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada: “Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá. Será meu para sempre. Não mais terei saudades. E ficarei feliz…”

Com estes pensamentos, comprou uma linda gaiola, de prata, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera. Ele chegou finalmente, maravilhoso nas suas novas cores, com histórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu.

Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola, para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Acordou de madrugada, com um gemido do pássaro…

— Ah! menina… O que é que fizeste? Quebrou-se o encanto. As minhas penas ficarão feias e eu esquecer-me-ei das histórias… Sem a saudade, o amor ir-se-á embora…

A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas não foi isto que aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ficando diferente. Caíram as plumas e o penacho. Os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio: deixou de cantar.

Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava, pensando naquilo que havia feito ao seu amigo…

Até que não aguentou mais.

Abriu a porta da gaiola.

— Podes ir, pássaro. Volta quando quiseres…

— Obrigado, menina. Tenho de partir. E preciso de partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro de nós. Sempre que ficares com saudade, eu ficarei mais bonito.

Sempre que eu ficar com saudade, tu ficarás mais bonita. E enfeitar-te-ás, para me esperar…

E partiu. Voou que voou, para lugares distantes. A menina contava os dias, e a cada dia que passava a saudade crescia.

— Que bom — pensava ela — o meu pássaro está a ficar encantado de novo…

E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos, e penteava os cabelos e colocava uma flor na jarra.

— Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje…

Sem que ela se apercebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado, como o pássaro. Porque ele deveria estar a voar de qualquer lado e de qualquer lado haveria de voltar. Ah!

Mundo maravilhoso, que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama... E foi assim que ela, cada noite, ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento: “Quem sabe se ele voltará amanhã….”

E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.

As mais belas histórias de Rubem Alves
Lisboa, Edições Asa, 2003

e. e. cummings

love is a place

love is a place
& through this place of
love move
(with brightness of peace)
all places

yes is a world
& in this world of
yes live
(skilfully curled)
all worlds

i carry your heart with me

i carry your heart with me(i carry it in
my heart)i am never without it(anywhere
i go you go,my dear;and whatever is done
by only me is your doing,my darling)
i fear
no fate(for you are my fate,my sweet)i want
no world(for beautiful you are my world,my true)
and it’s you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you

here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life;which grows
higher than soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart

i carry your heart(i carry it in my heart)

Back to the eighties..













A Farewell to Kings

Rush - Geddy Lee, Alex Lifeson & Neil Peart

When they turn the pages of history
When these days have passed long ago
Will they read of us with sadness
For the seeds that we let grow?

We turned our gaze
From the castles in the distance

Eyes cast down
On the path of least resistance


Cities full of hatred, fear and lies

Withered hearts and cruel, tormented eyes

Scheming demons dressed in kingly guise

Beating down the multitude and
Scoffing at the wise

The hypocrites are slandering
The sacred Halls of Truth

Ancient nobles showering
Their bitterness on youth

Can't we find the minds that made us strong?

Can't we learn to feel what's right
And what's wrong?

What's wrong?!


Cities full of hatred, fear and lies

Withered hearts and cruel, tormented eyes

Scheming demons dressed in kingly guise

Beating down the multitude and
Scoffing at the wise


Can't we raise our eyes and make a start?

Can't we find the minds to lead us

Closer to the heart?

Boas Festas e um Feliz Ano Novo

Eu tinha sonhos de criança, tive sonhos de jovem e tenho sonhos de adulto.

Algumas vezes os sonhos se transformam em objetivos...

Objetivos se desdobram em planos, etapas etc.

Tudo isto eu manipulava na cabeça e algumas vezes nas conversas, nos papeis, nos computadores... Coloquei tudo isto em vários lugares mas na verdade era e é tudo coisa que não existe.

Bom repetir...  

objetivos e planos são coisas que não existem.

Olhava então para os planos e objetivos e a vida real. Minha vida real, a casa, o carro, o trabalho, o lazer, os parentes, os amigos, os sentimentos, os desejos etc.

Percebia então várias ausências na minha vida.

Mais imagino também o que deve ser corrigido na minha vida, na vida dos outros, na cidade, nas sociedades e no mundo.

O pior é que

quando fico olhando para o que não há...
   

                               Deixo de ver o que há!

Sempre esqueço que não sei o que me aguarda na esquina...

Hoje estou bem de saúde, amanhã posso estar bem ou posso estar muito doente ou morto.

Agora tenho pessoas ao alcance de um toque ou de uma palavra de carinho mas bastam algumas horas e esta pessoa pode não estar mais ao alcance assim.

Hoje os negócios ou o emprego me incomodam mas pode ser que Segunda eu receba um convite para um novo emprego muito melhor, pode não acontecer nada.. Ou pode ser que eu perca meu negócio ou meu emprego!

Tenho certeza de que cada vez mais, pelo resto de minha vida, deveria curtir o que há de bom sem fugir do ruim. É quase como que um precisasse do outro: ruim e bom.

Como se um não se revelasse em plenitude sem o outro.

Um desejo para você que me lê... Vários desejos!

Possamos buscar e trabalhar para melhorar nosso ser, nossas vidas e o mundo em que vivemos, procurar diminuir as dores e os sofrimentos mas...

Possamos fazer isto sem endurecer o coração e sem transformar sonhos e desejos em objetivos e planos para executarmos cegos a qualquer custo.

Possamos ver e falar mais com as pessoas ao nosso alcance e curtir mais estes momentos porque nem sempre estaremos juntos neste mundo - e isto é certo e inevitável.

Possamos curtir nossa saúde sem descuidar da doença, curtir nossas alegrias sem fugir das tristezas, curtir a paz sem vivermos alienados das guerras, das violências e das dores.

Possamos sonhar porque os sonhos antes de se transformarem em desejos e objetivos já existem conosco e muitas vezes são as únicas experiências com que podemos contar para nos salvar da loucura e do desespero.

Sonhe mas viva neste mundo com a gente e as coisas que estão na tua vida e o que vier.

Possamos ser cada vez mais humanos e vivermos em plenitude sem nos tornarmos


         unidades de produção,
                 unidades de consumo,
                         unidades de prazer,
                                     unidades de guerra
                                                             et cetera




Possamos assim ser mais felizes sendo simplesmente cada vez mais o que somos.

Estes são meus votos para você e todo mundo que você quiser neste Natal e no Ano Novo.

Beijos e abraços com afeto!

De Verdade!

Fernando

Mysteries

Beth Gibbons



God knows how I adore life
When the wind turns on the shores lies another day
I cannot ask for more

When the time bell blows my heart
And I have scored a better day
Well nobody made this war of mine

And the moments that I enjoy
A place of love and mystery
I’ll be there anytime

Oh mysteries of love
Where war is no more
I’ll be there anytime

When the time bell blows my heart
And I have scored a better day
Well nobody made this war of mine

And the moments that I enjoy
A place of love and mystery
I’ll be there anytime

Oh mysteries of love
Where war is no more
I’ll be there anytime

Un bel di vedremo


Un bel dì, vedremo
levarsi un fil di fumo
dall'estremo confin del mare.
E poi la nave appare.
Poi la nave bianca
entra nel porto,
romba il suo saluto.

Vedi? È venuto!
Io non gli scendo incontro. Io no.
Mi metto là sul ciglio del colle e aspetto,
e aspetto gran tempo e non mi pesa,
la lunga attesa.

E uscito dalla folla cittadina
un uomo, un picciol punto
s'avvia per la collina.

Chi sarà? chi sarà?
E come sarà giunto
che dirà? che dirà?
Chiamerà Butterfly dalla lontana.
Io snza dar risposta
me ne starò nascosta
un po' per celia...
e un po' per non morire al primo incontro,
ed egli alquanto in pena chiamerà,
chiamerà: iccina mogliettina
olezzo di verbena,
i nomi che mi dava al suo venire

(a Suzuki)

Tutto questo avverrà, te lo prometto.
Tienti la tua paura,
io consicura fede l'aspetto.

(ária Un bel dì vedremo - Madama Butterfly, 2ºato)

Palavras do Coração

Intérprete: Bruna Caram
Composição: Otávio Toledo e J.C.Costa Netto

São sorrisos largos
Lagos repletos de azul
Os corações atentos
Ventos do Sul
São visões abertas
Certas despertas pra luz
A emoção alerta
Que nos conduz

Sonhos aventuras
Juras promessas
Dessas que um dia acontecerão
Você me daria a mão?
Todos esses versos soltos dispersos
No meu novo universo serão
Palavras do coração

São os artifícios
Vícios deixando de ser
Os velhos compromissos
Pra esquecer
São pontos de vista
Uma conquista comum
O mesmo pé na estrada
De cada um

Sonhos aventuras
Juras promessas
Dessas que um dia acontecerão
Você me daria a mão?
Todos estes versos soltos dispersos
No meu novo universo serão
Palavras do coração

Caminho para o interior

Composição: Otávio Toledo & Costa Netto
Interprete: Bruna Caram

A manhã nasceu lá fora
O meu tempo é mesmo agora
Já vesti a roupa colorida

Na cabeça vem aquele verso
Sobre o meu novo universo
A canção que é minha preferida

Nesse rio sei andar na beira
Desvario é essa cachoeira
Trilha subindo a mata
A vista que me arrebata

  Essa estrada me chamou
  Eu vou
  Caminho pro interior

  Essa estrada me chamou
  Eu vou
  Caminho pro interior

Quaresmeira se encheu de flores
Já calcei o velho tênis
Não tirei nosso bottom da mochila

Ter de novo sua mão na minha
A razão por que andou sozinha
Nem sei mais, um sentimento não vacila

Escutei sua voz no vento
Coração salta no meu peito
Estou de alma lavada
Não chove mais na minha estrada

  Seu olhar já me chamou
  Eu vou
  Caminho pro interior

  Seu olhar já me chamou
  Eu vou
  Caminho pro interior

Escutei sua voz no vento
Coração salta no meu peito
Estou de alma lavada
Não chove mais na minha estrada

  Seu olhar já me chamou
  Eu vou
  Caminho pro interior

  Seu olhar já me chamou
  Eu vou
  Caminho pro interior


Os presentes

Composição: Kleber Albuquerque
Interprete: Eliana Printes

Que presentes te daria

Uma estrela vã no firmamento
Pra iluminar o vão do pensamento
Pra iluminar o vão do pensamento

Uma tv na garantia
Árvores plantadas no cimento
E o meu perfume na rosa dos ventos
E o meu perfume na rosa dos ventos
E o meu perfume na rosa dos ventos

Um novo ritmo
Cartas de amor com frente e verso
E o meu percurso nesse universo
E o meu percurso nesse universo
E o meu percurso nesse universo

Nas horas sem fim
Em que a dor não tem mais cabimento
É no teu prumo que eu me oriento
É no teu prumo que eu me oriento
É no teu prumo que eu me oriento

Catedrais de alvenaria
Senhas pra não mais perder a vez
Casa, comida e um milhão por mês
Casa, comida e um milhão por mês
Casa, comida e um milhão por mês

Casa, comida e um milhão por mês
Casa, comida e um milhão por mês
Casa, comida e um milhão por mês

Joseph mon vieux Joseph

Georges Moustaki

0% TRANS

Parece que existe uma brecha técnica na regulamentação da ANVISA e os fabricantes de produtos com gorduras e óleos vegetais hidrogenados trans saturados podem estampar nos produtos "0% Trans" e manter o uso das gorduras trans com uma pequena mudança na porção do produto.

Procure se informar com algumas pesquisas na internet (*) se você tem algum interesse ou cuidado com algum destes males: colesterol, pressão arterial, infartos, derrames, mal formações neurológicas em fetos e crianças, cancer de mama etc.

Alguns fabricantes ja substituiram as gorduras trans por gorduras interesterificadas mas parece também que algumas pesquisas já associam o uso destas gorduras com maleficios ao pancreas e produção de insulina.

Parece que o bom mesmo é o uso da gordura animal natural em quantidades razoáveis sem exageros, com exercícios etc.

(*) Procure na internet por "gordura trans" e "gordura interesterificada" nos sites da ANVISA, Folha de São Paulo, Agência Câmara, Wikipédia e Google.

Abraços e bom final de semana!

OBS: Testando o envio de post diretamente por email.